terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Congresso "Formar leitores para ler o mundo"

Realiza-se nos próximos dias 22 e 23 de Janeiro um Congresso internacional organizado pelo projecto Gulbenkian Casa da Leitura, tendo por tema Formar Leitores Para Ler o Mundo. O Congresso abordará a temática da literatura infanto-juvenil, as questões teóricas da leitura enquanto processo cognoscitivo e as boas práticas e estratégias de promoção da leitura.

Programa

22 de Janeiro

  • 09h00 - 09h30 - Abertura
  • 09h45 - 12h15 - Literatura para a infância e formar leitores
  • 14h30-17h00 - Estratégias de Leitura e compreensão leitora
  • 17h30 - Um lugar imenso talvez da leitura à arte

23 de Janeiro

  • 09h45-12h00 - Projectos de promoção da leitura
  • 14h00-16h00 - Debates e [Exposição] - Artíficios para contar e criar histórias (eu estava lá)
  • 16h15 - 17h45 - A leitura em debate
  • 18h00 - Sessão de encerramento

Para mais informações vide:

Fundação Calouste Gulbenkian

RCBP

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Biblioteca Digital Camões está a ser um sucesso

O Instituto Camões abriu ao mundo as suas novíssimas estantes virtuais no dia 8 de Janeiro e está a ser um sucesso. A adesão do público é notória, logo no primeiro dia, contabilizaram-se cerca de três mil acessos directos à Biblioteca Digital Camões (BDC), excluindo os habituais 20 a 25 mil utilizadores diários do Centro Virtual Camões. O que significa que o principal objectivo do projecto está a ser cumprido – dar acesso gratuito a um vasto conjunto de obras com relevo cultural e linguístico a estudantes e falantes da Língua Portuguesa.

Os Lusíadas foi a obra mais descarregada e aparece disponível em vários formatos, incluindo para telemóvel e iPod. As Pupilas do Senhor Reitor (Júlio Dinis), Amor de Perdição (Camilo Castelo Branco) e O Bobo (Alexandro Herculano) estão também entre as mais de mil obras disponibilizadas pela BDC e que continuam a aumentar de dia para dia.

Como podemos verificar as bibliotecas digitais estão cada vez mais a conquistar novos leitores que se mantêm atentos a todo o tipo de novidade que envolva as tecnologias e a leitura.

Fonte: Rascunho

Seminário "20 anos de leitores e bibliotecas"

Hoje, às 17h30, é apresentado na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto (Braga), o livro das Actas do Seminário "20 anos de leitores e bibliotecas". A apresentação será feita por Henrique Barreto Nunes, Director da Biblioteca Pública de Braga.

No âmbito das Comemorações dos 15 anos do edifício da biblioteca ,a 30 de Novembro de 2007 ,teve lugar este seminário que contou com a presença da directora da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, Paula Morão e com uma representativa assembleia de bibliotecários e amantes do livro e da leitura.

Mais informações vide: Jornal HARDMUSICA

sábado, 17 de janeiro de 2009

Khaled Hosseini: escritor mais vendido de 2008

Já foram divulgados os autores mais vendidos em 2008 e os resultados criaram surpresa.
Khaled Hosseini é o escritor mais vendido de 2008, segundo as revistas "Bookseller", do Reino Unido, "Publishers Weekly", dos Estados Unidos, e "Livres Hebdo", da França. O autor afegão sobrepõe-se a escritores como Stephenie Meyer ou J. K. Rowling.
Os países considerados nesta classificação são França, Alemanha, Itália, Holanda, China, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos. Os números totais de vendas não foram divulgados.

Lista dos 20 autores de livros mais vendidos em 2008:

1. Khaled Hosseini 2. Stieg Larsson 3. Ken Follett 4. Stephenie Meyer 5. Muriel Barbery 6. Carlos Ruiz Zafón 7. Anna Gavalda 8. John Grisham 9. J.K. Rowling 10.Henning Mankell 11.Alan Bennett 12.Jodi Picoult 13.Christopher Paolini 14.David Baldacci 15.Nicholas Sparks 16.Elizabeth George 17.Lauren Weisberger 18.Michael Connelly 19.Patricia D. Cornwell 20.Paulo Coelho

Fonte: Público (16.01.09)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Biblioteca 2.0: a dúvida paira no ar!

O conceito de Biblioteca 2.0 ainda é desconhecido por muitos utilizadores, pelo que recomendo a visualização da apresentação anterior que irá clarificar a relação entre Web 2.0 e as bibliotecas.

Mantenha-se informado sobre as bibliotecas e verá que estas centram-se, principalmente, nos seus utilizadores e nas suas necessidades. Efectivamente, as bibliotecas acompanham a introdução de novidades e introduzem cada vez mais a tecnologia nos seus espaços.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ciberdúvidas comemora 12 anos de existência

Com um arquivo de 30 mil respostas a dúvidas sobre a língua portuguesa e 2,5 milhões de visitas mensais, o Ciberdúvidas, espaço de promoção do português na internet, completa hoje 12 anos de existência.
O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa foi fundado pelos jornalistas João Carreira Bom e José Mário Costa, em Janeiro de 1997, com o objectivo de promover a língua portuguesa, através do esclarecimento, da informação e do debate nos oito países de língua oficial portuguesa. O Ciberdúvidas conta com um diversificado corpo de colaboradores que respondem a todas as dúvidas do ponto de vista da ortografia, da fonética, da etimologia, da sintaxe, da semântica e da pragmática. A função deste espaço não se resume, contudo, a um consultório linguístico, incluindo outras cinco áreas de conteúdos: uma Antologia de textos de escritores lusófonos de todos os tempos que escreveram sobre a língua portuguesa; uma Montra de Livros da especialidade, englobando teses académicas da área da linguística e espaços de polémica e de debate, como, por exemplo a querela sobre o Acordo Ortográfico.

Mais informações vide Público (14.01.09)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

LibWorld : library blogging worlwide

LibWorld - Library Blogs Worldwide está agora disponível em livro (é possível fazer o download ou optar pela versão impressa através de lulu.com).

O conteúdo remete para o projecto:Infobib LibWorld project. Este projecto reuniu artigos sobre a blogosfera de vários países (Argentina, Aústria, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irão, Itália, Japão, Peru, Russia, Espanha, E.U.A ,entre outros).

Com efeito, o livro apresenta um prefácio de Walt Crawford e 30 artigos de autores convidados para apresentar a sua biblioteca e o blogue da respectiva biblioteca do seu país.

Em suma, o projecto realizado dá-nos uma visão realmente interessante de como os blogues sobre bibliotecas , por todo o mundo são mais parecidos do que julgamos e como todos nós (autores de blogues) temos o mesmo objectivo: proporcionar o acesso à informação.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Estudo: "Ler na Alemanha 2008"

Ler na Alemanha 2008, o terceiro estudo da série sobre o comportamento de leitura, revela uma mudança nos hábitos da nação, com tendências positivas e negativas. A Fundação Lesen ("ler" em alemão), de Mainz, em suas pesquisas mais recentes, partiu das seguintes questões: o que lê a população, como lê, por que e por quanto tempo?

Primeiro, a má notícia: o prazer de ler escasseia no país. Enquanto em 2000 um terço da população adulta e adolescente da Alemanha ainda lia entre 12 e 50 livros por ano, em 2008 apenas um quarto cumpre o mesmo volume de leitura. Outros 25% da população nem encostam o dedo num livro, uma proporção que se manteve constante nos últimos anos.

Uma solução muito viável é, sem dúvida, a infraestrutura das bibliotecas públicas. Que são, naturalmente, uma espécie ameaçada, em face aos cortes orçamentários. Afinal, de que serve uma instituição que não pode comprar livros novos ou só funciona em horários limitados para reduzir custos de pessoal?

Todavia, a pesquisa trouxe uma descoberta surpreendente: destacou-se uma nova "classe média de leitores", formada por adultos com histórico de migração, porém com bons conhecimentos do idioma alemão.Este grupo leva a sério a leitura como aspecto da educação. Esta é, portanto, a boa notícia: 36% dos entrevistados com ascendência estrangeira admitiram que, várias vezes por semana, se entregam inteiramente à leitura, 11% até mesmo todos os dias.

Por último, como em outros países industrializados, na Alemanha "ler" significa, cada vez mais, "ler no monitor". Porém o estudo também mostrou que a maioria não abriria mão do livro impresso. O motivo é que na tela é mais fácil o leitor se perder.

Fonte: DW-World