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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Apelo de "Bibliotecas sem fronteiras"

A organização Bibliotecas sem fronteiras lançou um apelo internacional para o acesso à informação, aos livros e à cultura em situações de emergência humanitária.
Naturalmente, quando  ocorrem catástrofes a prioridade máxima é para as necessidades básicas (água, alimentos, medicação) , de forma a proporcionar o bem-estar físico das vítimas. No entanto, verificou-se que o acesso aos livros e a outros recursos de informação podem melhorar a situação das vítimas, pois sustentam o estímulo intelectual, promovem a auto-estima e resiliência perante a catástrofe. Seja através de livros, computadores, assistência jurídica ou de formação, o acesso a recursos de informação permite  capacitar os indivíduos e proporcionar as ferramentas para reconstruir o que foi perdido.  Este tipo de recurso também pode desempenhar um papel decisivo na recuperação de um senso de normalidade em situações pós-emergência.
Após o terramoto de 2010, no Haiti, a organização Bibliotecas sem fronteiras (vide vídeo) enviou um grupo de profissionais que auxiliam as vítimas,  fornecendo meios para  a leitura, escrita, aprendizagem e acesso à informação. Desta forma, é possível que ultrapassem a catástrofe e avancem positivamente. Podemos assim concluir que é essencial a consciencialização sobre a necessidade de acesso à informação após uma catástrofe.



Para assinar a petição " L' urgence de lire" clique aqui

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Leitura nos transportes públicos

Pintura de Kim Rosen


"Numa sociedade cada vez mais apressada, a leitura nos transportes públicos é uma forma de se aproveitar o tempo gasto nas deslocações entre casa e o trabalho. E, pela comodidade, o comboio é onde mais se lê."

Para leitura integral do artigo: "Há cada vez mais livros a viajar nos transportes públicos", in Público a 23.09.2012 clique aqui

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A subjetividade da leitura


"Muitos autores são ao mesmo tempo os seus próprios leitores - à medida que escrevem , e é por isso que tantos vestígios do leitor aparecem nos seus escritos - tantas observações críticas - tanto que pertence à província do leitor e não à do autor. Travessões - palavras em maiúsculas - passagens grifadas - tudo isso pertence à esfera do leitor. O leitor põe a ênfase como tem vontade - ele de facto faz de um livro o que deseja. Não é todo o leitor um filólogo? Não existe uma única leitura válida somente, no sentido usual. A leitura é uma operação livre. Ninguém me pode prescrever como e o que lerei."

Friedrich von Novalis, in "Fragmentos"

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Os livros e a leitura



A leitura permite-nos fazer grandes viagens pelo mundo da fantasia e do mistério e ao mesmo tempo adquirimos a sensação de liberdade e de crescimento interior.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O que é ler?


Ficaram aqui alguns depoimentos de escritores sobre a definição do acto de leitura.

sábado, 2 de julho de 2011

"Pillowbook", Vladimir Kush


A pintura"Pillowbook" de Vladimir Kush demonstra que boas leituras proporcionam um sono agradável.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Quer ler à borla?

Quem não gosta de ler à borla? Na verdade, os preços dos livros estão demasiado altos para as nossas carteiras, mas não desespere. Não tem de abdicar desse prazer só por causa do dinheiro. Há alternativas para ler bons livros e de borla. Uma das formas é através da Internet, pois vários sites disponibilizam livros, dos mais clássicos aos contemporâneos, que não estão sujeitos a direitos de autor. Se não se importar de ler noutras línguas que não o português, tanto melhor, porque existem mais livros noutros idiomas do que em português. Entre os sites que disponibilizam livros de forma legal, pode consultar, por exemplo, o Projecto Gutenberg , que tem também disponível uma página em português .Outra opção é o ManyBooks.net , também com livros em português . Em alternativa, há ainda o FeedBooks .
Se nada disto funciona para si e o que gosta mesmo é de segurar o livro nas mãos e sentir o cheiro do papel, também há solução. Por exemplo, pode usar as bibliotecas municipais. Todos os concelhos têm uma e, na maioria dos casos, têm grande variedade de livros, disponibilizando ainda CD, DVD, áudio-livros, etc.. Se nunca usou uma, ou já não usa há tanto tempo que nem se lembra como se faz, nós explicamos: dirige-se à biblioteca e pede para se inscrever. Terá de deixar os seus dados, nalguns casos uma caução para garantir a devolução dos livros em bom estado, e depois é só requisitar os livros que lhe interessarem. Normalmente há um prazo máximo para a devolução do livro mas, se demorar mais tempo, não costuma haver problema: basta que, antes de o prazo terminar, renove a requisição. A maioria permite que o faça através da Internet, se lhe for mais conveniente. A maioria das bibliotecas municipais permite a requisição de vários livros em simultâneo, por um prazo de uma ou duas semanas, que podem ser renovadas. Se na sua biblioteca não encontrar o livro que quer, é possível pedir que verifiquem se está disponível noutra biblioteca qualquer. Se estiver, pode «mandar vir» o livro. Muitos municípios, especialmente os que são geograficamente mais dispersos, têm também serviço ambulante. Carrinhas carregadas de livros percorrem as aldeias, possibilitando a requisição de livros sem que tenha de se deslocar fisicamente à biblioteca municipal.
Fonte: TVI24

domingo, 6 de junho de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Casa da leitura

Inaugurada a 21 de Novembro de 2006, a Casa da Leitura é um local de estudo e incentivo cultural. Situa-se em Curitiba (Brasil).

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Estudo aponta que a crianças que lê mais, escreve melhor


Está comprovado que as crianças que lêem e escrevem mais revelam mais competências a nível da leitura e da escrita. No mês passado, o "The Nacional Literancy Trust", Fundo Nacional de Alfabetização do Reino Unido, divulgou o resultado de uma pesquisa com 3 mil crianças. Eles observaram a correlação entre o interesses das crianças pelos orgãos de informação e seu conhecimento da leitura e da escrita. A conclusão que tiraram foi de que os orgãos de informação têm ajudado as crianças a se tornarem mais literadas. Além disso, a Eurostat, organização estatística da Comissão Europeia, recentemente publicou um artigo mostrando a correlação entre educação e actividade online, indicando que esta aumentou com o nível de actividade formal.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

II Conferência Internacional “Bibliotecas para a Vida”


Dando continuidade à primeira edição da Conferência Internacional BIBLIOTECAS PARA A VIDA, que teve lugar em 2005, e pretendendo criar um espaço regular de reflexão ao mesmo tempo mais alargada e mais especializada em torno da(s) Biblioteca(s), a edição de 2009 propõe o tema Bibliotecas e Leitura. A II Conferência é uma iniciativa conjunta do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedade da Universidade de Évora e da Biblioteca Pública de Évora, e tem lugar , entre os dias 18 e 21.

Mais informações clique aqui

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Os jovens e a leitura

Estimular o gosto pelo livro e pela leitura nos jovens constitui actualmente um grande desafio. Vários factores afastam-nos do universo literário e transportam-nos para o universo digital, cinematográfico e televisivo. O desenvolvimento e a rápida expansão das Tecnologias de Informação e Comunicação fascinam cada vez mais os jovens, que dedicam grande parte do seu tempo à Internet. Além disso, obras literárias de autores consagrados tornam-se produções cinematográficas. Assim, os livros cedem o seu lugar ao comodismo da poltrona confortável do cinema e a umas calóricas pipocas. No entanto, a motivação para o hábito de leitura constitui um objectivo das escolas, bibliotecas e outras instituições, que alertam para os benefícios do livro, no actual contexto da Sociedade de Informação e Comunicação. Convém destacar que o prazer da leitura deve ser transmitido na infância e pelos pais, porque os hábitos de leitura e competências serão mais sólidos se forem adquiridos neste estádio da vida.
A prática da leitura faz-nos compreender que o livro e a leitura apresentam duas vertentes: a pedagógica e a lúdica. Ler é uma actividade que pode assumir-se como um dever, uma necessidade básica, mas também como um passatempo. A vertente pedagógica encontra-se muito associada ao contexto escolar. Através do livro e da leitura aprendemos a ler, a escrever, a contar e a reflectir, adquirimos conhecimentos e valores. Efectivamente, o livro enriquece-nos e fortalece-nos, pois os conhecimentos difundidos através deste precioso instrumento, constroem a nossa identidade e estimulam o nosso sentido opinativo e crítico. Quem não lê atrofia a sua inteligência e não progride do ponto de vista linguístico e cultural. Segundo Joseph Addison: “A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo”. A vertente lúdica conduz o leitor a surpreendentes viagens no tempo e no espaço pelo mundo da ficção. A leitura revela-se assim como um passatempo, uma forma de divertimento e de evasão. Muitos jovens abandonam a leitura voluntária neste estádio das suas vidas, visto que a associam à obrigação, ao dever, ao esforço e ao aborrecimento. Por vezes, os livros que fazem parte dos programas curriculares conduzem a uma certa aversão pela leitura. Dadas as circunstâncias, muitas escolas tentam incentivar os jovens à prática da leitura através de actividades de promoção do livro e da leitura, em que o papel dos professores, bibliotecários, pais e amigos se revela essencial. Os interesses desta tipologia de leitores devem ser recolhidos, para que seja disponibilizada uma ampla variedade de temas que desperte a sua curiosidade. Além disso, já é possível aliar a tecnologia à leitura disponibilizando a leitura digital. De facto, muitas iniciativas têm sido tomadas, destacando-se o importante papel do Plano Nacional de Leitura que estimula nas crianças e nos jovens o prazer de ler, intensificando o contacto com o livro e a leitura na escola, designadamente nas salas de aula, nas bibliotecas e na família.
Em suma, a formação do hábito de leitura concentra-se em casa e na infância. Depois deve ser fomentado por outras entidades e noutros locais, nomeadamente pelos professores, bibliotecários e amigos. O livro deve ser visto como um “fiel companheiro”, sempre disponível quando necessitamos dele, das suas palavras, de dispersar a mente da realidade e conduzi-la até à ficção. Concomitantemente, é um importante veículo de informação e comunicação, imprescindível para formar profissionais e cidadãos críticos e activos.
Nota: elaborado por Claudia Lopes e publicado na revista Leia S.F.F

domingo, 5 de abril de 2009

Polémica no Concurso Nacional de Leitura

A ausência de regras no Concurso Nacional de Leitura está a colocar os alunos do terceiro ciclo a ler obras pouco adequadas para a sua idade.
Esta iniciativa partiu do Plano Nacional de Leitura, mas são as bibliotecas municipais que escolhem os livros que vão a concurso em cada distrito. Em Viseu, os livros escolhidos para os alunos do secundário são lidos em Lisboa pelos alunos do terceiro ciclo. As obras em causa são “A Viagem do Elefante”, de José Saramago, e “Venenos de Deus, Remédios do Diabo”, de Mia Couto.
Fernando Pinto Amaral (responsável no Plano Nacional de Leitura) está por isso disponível para rever as regras de selecção dos livros para evitar estas discrepâncias em próximos concursos.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Filmes baseados em livros


“Creio que nada substitui a leitura de um texto, nada substitui a memória de um texto, nada, nenhum jogo”. Esta citação de Marguerite Duras leva-nos a concluir que um filme (baseado num livro) não é capaz de substituir a leitura do livro. Com certeza que não, o máximo que o filme pode conseguir é aproximar o leitor da história, do tema, das personagens, dos seus sentimentos e problemáticas, da paisagem, da época, de uma série de factores que constituem o livro. Por vezes, o que foi enunciado anteriormente é alcançado com mérito no filme, o que consequentemente satisfaz o leitor/espectador . Porém, outras vezes ocorre o oposto, isto é, o leitor relembra com saudosismo a sua leitura e menospreza a sessão de cinema (filme). Tendo em conta uma visão mais generalista do tema, destacam-se quatro tipos de atitudes que os cidadãos tomam em relação aos filmes baseados em livros. Alguns desprezam a leitura e simplesmente entram na sala de cinema com as suas pipocas e assistem ao filme; outros preferem entregar-se somente à leitura, mesmo sabendo que demorará mais que filme; também temos aqueles que gostam de ler primeiramente o livro e depois assistir ao filme e por último aqueles que fazem o inverso, assistem ao filme e depois compram o livro. Qual a atitude mais correcta? Na minha opinião, será mais adequado comprar um livro cujo tema lhe agrade, e depois assistir ao filme (recolhendo previamente algumas informações sobre o elenco, a realização e etc). Como se sabe o livro é mais completo e pormenorizado, pelo que se assistir depois ao filme já irá com ideia clara sobre o(s) tema(s) desenvolvidos. Neste ano de 2009, temos tido uma boa oferta de filmes inspirados em livros, como por exemplo: O Crepúsculo de Stephenie Meyer (realizador - Catherine Hardwicke); O estranho caso de Benjamin Button de F. Scott Fitzgerald (realizador - David Fincher) e Quem quer ser bilionário? De Vikas Swarup (realizador -Danny Boyle ). Para finalizar, deixo uma pequena lista de livros que provavelmente por se tornarem bestsellers originaram a realização de filmes.
  • As horas de Michael Cunningham
  • O Padrinho de Mário Puzo
  • Oliver Twist de Charles Dickens
  • Sensibilidade e bom senso de Jane Austen
  • A casa dos espíritos de Isabel Allende
  • O Código Da Vinci de Dan Brown
  • Perfume de Patrick Suskind
  • Chocolate de Joanne Harris
  • Harry Potter de J.K. Rowling
  • O senhor dos anéis de J.R.R Tolkien

sábado, 24 de janeiro de 2009

Notas sobre o Congresso - "Formar Leitores para ler o Mundo"

O Congresso "Formar Leitores para Ler o Mundo", que decorreu na Fundação Gulbenkian foi um sucesso ,pois decorreu em sala cheia. O congresso surgiu no âmbito do projecto Gulbenkian Casa da Leitura que tem já um milhão e quatrocentos mil visitantes.
O congresso permitiu que a discussão e análise de políticas, estratégias e métodos para formação de novos públicos leitores. O evento encerrou com um debate muito vivo e bem-humorado em que participaram José Barata Moura, Fernando Savater e Eduardo Marçal Grilo.
"O livro e a leitura são compatíveis com a televisão, a Internet e os jornais e o diálogo directo", disse Eduardo Marçal Grilo, administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, "há um enorme trabalho a desenvolver para promover a leitura que não cabe só à escola. Trata-se de uma causa da família e de tudo quanto nos rodeia, nomeadamente os meios de comunicação social."
"O encontro fechou com chave d'ouro com uma mesa-redonda risonha e brilhante, moderada por António José Teixeira, e integrada por Fernando Savater, José Barata Moura e Eduardo Marçal Grilo.
Para o ex-ministro, "ler é como andar - é poder viajar no espaço e no tempo", dir-se-ia "um acto de liberdade".
Fernando Savater, considera a leitura "uma droga dura, uma forma de vida, uma paixão que nos abre e fecha caminhos.
Para José Barata Moura, "a leitura deve ser integrada numa concepção de cultura como alargamento da experiência e vivência com os outros. Savater interviu, citando Marcel Proust, para quem os livros eram "uma amizade sem frivolidade", o filósofo falou ainda da leitura como forma de possessão. Como se ensina esta paixão?", pergunta. "Não sei, a minha mãe contava-me histórias, é por contágio."José Barata Moura, aliás como todos os intervenientes, sublinhou que promover a leitura não se conjuga com o imperativo "(Lê!"), mas sublinha que "há quem por aí considere que "riscar a cultura é uma medida profilática porque esta se torne num impecilho da acção. Ora eu acho que os sentidos educam-se!"

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O prazer da leitura junto ao mar


"No mar estava escrito uma cidade." - Drummond e a Vaca(Outubro/2007)
- Calçadão de Copacabana - Rio de Janeiro, Brazil.
O poema "No mar estava escrito uma cidade" inspirou esta bela escultura que evoca o prazer da leitura ao som da melodia das ondas. Na minha opinião, é uma bela forma de passar uma tarde, basta sair de casa ,levar o seu "companheiro" -o livro , escolher um local confortável perto do mar e mergulhar na leitura. A maresia refrescará a sua mente que logo se sentirá preparada para percorrer as páginas do seu livro. Apenas ouvirá o movimento suave das ondas, que acompanhará o ritmo da sua leitura, dispersando a sua mente das preocupações do dia-a-dia.
Boas leituras!
Fonte da imagem: Flick

terça-feira, 20 de maio de 2008

Jornal "Aprendiz de Arquivo"

O Serviço Educativo do Arquivo Regional da Madeira (ARM) lançou o número 4 do jornal “Aprendiz de Arquivo”. Como habitualmente, a edição será distribuída gratuitamente em todas as escolas do ensino básico (2.º e 3.º ciclos) e ensino secundário da Região. Também está disponível na recepção e na sala de leitura do Arquivo Regional da Madeira. A consulta on-line do “Aprendiz de Arquivo” pode ser feita através do sítio na Internet do ARM. Nesta edição, destacam-se três temáticas: "Serviços Técnicos", em que se divulga o Serviço de Biblioteconomia. «Guia do ARM» que dá a conhecer a Colecção de Jornais, um dos fundos mais consultados no Arquivo Regional. A rubrica «Aprendiz da História» que destaca as profissões do concelho do Funchal, no ano de comemoração dos 500 anos da cidade.
Considero a edição deste tipo de jornal muito positiva, pois é uma forma de aproximar os jovens da Arquivística e da Biblioteconomia. Ao mesmo tempo, fornece aos leitores alguns conhecimentos básicos sobre as áreas referidas e motiva-os para visitas aos arquivos e bibliotecas da região.
Já li a edição deste mês e saliento que gostei particularmente do artigo sobre os "Serviços Técnicos", pois explica de uma forma simples e acessível o circuito do livro e do material não livro desde a sua entrada até estar disponível na Sala de Leitura.
Recomendo a leitura , que poderá aceder em : http://www.arquivo-madeira.org